Eu fui parando de beber, fui parando com o cigarro, parei...
Fui parando com o refrigerante, fui parando com a carne... Parei...
Fui parando com as bobagens e com a falta de vontade... Parei...
Fui parando com os pedidos, e até ainda não arrependida me desculpei...
fui parando de reclamar somente desabafar agradecida pelo o que ainda tinha, fiquei.
Fui parando com a vida, que antes mal vivida fez me parar demais,
dancei .
Os sussurros de minha mente...
segunda-feira, 1 de junho de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
pare
Se sentir quebrada
estraçalhada no peito
ódio por despeito
absurdamente cansada
quero tudo e não quero nada.
estraçalhada no peito
ódio por despeito
absurdamente cansada
quero tudo e não quero nada.
tenho medo, desculpa
o medo de partir
de não existir
de não falar, não ouvir
não andar, nem respirar
tenho sede de mais tempo
para que termine o que não comecei
nessa realidade dolorida
aberta encontra-se minha ferida
tenho sede da vontade de vencer
mas tenho medo de errar a vez e por tudo a perder
quero sentir mais uma vez a brisa do mar
fechar a porta devagar pra ninguém em casa acordar
sair na ponta do pé e sumir sem direção
ser livre e respirar aliviada
sem me sentir culpada.
devo a mim um perdão, juro a mim que não foi minha culpa
entrego o meu coração, escondo a lágrima e me peço desculpa.
de não existir
de não falar, não ouvir
não andar, nem respirar
tenho sede de mais tempo
para que termine o que não comecei
nessa realidade dolorida
aberta encontra-se minha ferida
tenho sede da vontade de vencer
mas tenho medo de errar a vez e por tudo a perder
quero sentir mais uma vez a brisa do mar
fechar a porta devagar pra ninguém em casa acordar
sair na ponta do pé e sumir sem direção
ser livre e respirar aliviada
sem me sentir culpada.
devo a mim um perdão, juro a mim que não foi minha culpa
entrego o meu coração, escondo a lágrima e me peço desculpa.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
um por um.
Ando num sufoco louco ao ponto que meu corpo se mata
para poder roubar um pouquinho de ar...
Meu universo tá do avesso, todo fim vira começo e é de ponta cabeça que estou a caminhar.
ando com a cabeça na lua, me perdendo em cada rua, para que eu possa me encontrar..
estou esquecendo que o tempo não vai parar jamais, e se eu não me mover ele me deixara para trás..
ando num sufoco louco, aonde todo oxigênio é pouco e meu corpo não pode parar..
meus venenos estão acabando e eu não sei como, mas nenhum mal eles podem me causar...
minha armadura e armas estão prontas, caso algo tente me ferir
pois nesta guerra estou trilhando meu caminho para que alguém um dia possa o seguir...
grito para aqueles que não podem me escutar, os que podem eu sussurro e eles respondem com um olhar
grito para um universo do qual jamais pertencerei
e somente no coração daqueles que eu amo eu existirei...
para poder roubar um pouquinho de ar...
Meu universo tá do avesso, todo fim vira começo e é de ponta cabeça que estou a caminhar.
ando com a cabeça na lua, me perdendo em cada rua, para que eu possa me encontrar..
estou esquecendo que o tempo não vai parar jamais, e se eu não me mover ele me deixara para trás..
ando num sufoco louco, aonde todo oxigênio é pouco e meu corpo não pode parar..
meus venenos estão acabando e eu não sei como, mas nenhum mal eles podem me causar...
minha armadura e armas estão prontas, caso algo tente me ferir
pois nesta guerra estou trilhando meu caminho para que alguém um dia possa o seguir...
grito para aqueles que não podem me escutar, os que podem eu sussurro e eles respondem com um olhar
grito para um universo do qual jamais pertencerei
e somente no coração daqueles que eu amo eu existirei...
dia a dia.
faces do meu dia a dia
por favor não reparem em mim
faces do meu dia a dia
voces aparentam ter um cansaço sem fim
multidões em silêncio, gritando o silêncio em um olhar
as pessoas caminham.. com pressa.. não podem se atrasar..
um egoismo aparentemente natural, não se importam com você
uma insaniedade mental, ninguem se parece com voce
faces do meu dia a dia
vocês são todas iguais...
enquanto anoitece o dia
vocês não parecem reais..
todo um cenario, para que cada um apresente sua peça
todo um cenario, e para mim, o que resta ?
vozes do meu dia a dia
estão todas tão mudas...
vocês dizem o que eu já não quero entender
mas mesmo assim, eu digo o mesmo que vocês...
por favor não reparem em mim
até que o meu dia chegue no fim
pois vejo mil faces que julgam em poucos segundos
neste meu dia a dia de um pequeno mundo...
por favor não reparem em mim
faces do meu dia a dia
voces aparentam ter um cansaço sem fim
multidões em silêncio, gritando o silêncio em um olhar
as pessoas caminham.. com pressa.. não podem se atrasar..
um egoismo aparentemente natural, não se importam com você
uma insaniedade mental, ninguem se parece com voce
faces do meu dia a dia
vocês são todas iguais...
enquanto anoitece o dia
vocês não parecem reais..
todo um cenario, para que cada um apresente sua peça
todo um cenario, e para mim, o que resta ?
vozes do meu dia a dia
estão todas tão mudas...
vocês dizem o que eu já não quero entender
mas mesmo assim, eu digo o mesmo que vocês...
por favor não reparem em mim
até que o meu dia chegue no fim
pois vejo mil faces que julgam em poucos segundos
neste meu dia a dia de um pequeno mundo...
Parto
a tortura é um vicio dos fracos
os fortes não viciam-se na dor
a loucura é o desentendimento dos fatos
a minha realidade muda como consequência de meus atos
vou me arruinar em passados feridos
deixando sangrar este orgulho exibido
risadas perante a tanta desgraça
condenando o teu pútrido inimigo.
a altura enjoa e a tontura distraí
o impulso dos pés, a morte seduz
pela presença indigna de quem não se vai
o culto doente que queima tua cruz
o prazer da tortura que me alimenta
sustenta este corpo que não me pertence
a guerra muda que acontece em meu peito e mente
pêsames a todos pois nenhum lado vence
confuso em meu âmago repleto de impulsos
te entrego minhas armas pois já não têm mais uso
a razão que te motiva a viver
para a felicidade alheia as vezes é preciso morrer.
a tortura é um vício dos fortes
os fracos não aguentam a dor.
os fortes não viciam-se na dor
a loucura é o desentendimento dos fatos
a minha realidade muda como consequência de meus atos
vou me arruinar em passados feridos
deixando sangrar este orgulho exibido
risadas perante a tanta desgraça
condenando o teu pútrido inimigo.
a altura enjoa e a tontura distraí
o impulso dos pés, a morte seduz
pela presença indigna de quem não se vai
o culto doente que queima tua cruz
o prazer da tortura que me alimenta
sustenta este corpo que não me pertence
a guerra muda que acontece em meu peito e mente
pêsames a todos pois nenhum lado vence
confuso em meu âmago repleto de impulsos
te entrego minhas armas pois já não têm mais uso
a razão que te motiva a viver
para a felicidade alheia as vezes é preciso morrer.
a tortura é um vício dos fortes
os fracos não aguentam a dor.
Alguma vez.
Se alguma vez eu te amei
Foi por encanto
Pois não me causaste de primeira vez nenhum pranto
Se alguma vez eu chorei
Foi por saudade
da felicidade que por tristeza nunca encontrei
Se eu me perdi
Foi somente em teus olhos
Os quais eu me recordo, de ver brilho na escuridão
Se eu te perdi
Foi por fantasia, e a minha agonia destruiu meu coração
Aos velhos e fortes a boa vontade e toda vaidade
que engrandece em mim
Aos jovens a tristeza de não ver a beleza
De recomeçar outro amor sem fim.
Se alguma vez eu te amei foi por encanto
Pois secou o meu pranto, culpado enfim
Se alguma vez eu chorei
Foi por felicidade, pois sua bondade, o salvou de mim
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